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O destino de Tiradentes

April 21, 2018

 

Joaquim José da Silva Xavier, nasceu em 12 de novembro de 1746 em Vila Rica -MG, aos 15 anos de idade ficou órfão e foi adotado por um tio dentista. Joaquim foi minerador e depois alferes do exercito. Nunca se tornou oficialmente dentista, mas o ofício aprendido com tio lhe rendeu o apelido com o qual entrou para a história, Tiradentes.

 

Aos 45 anos de idade, numa manhã de sábado, como hoje, no dia 21 de abril de 1792, exatos 226 anos, Tiradentes percorreu as ruas do Rio de Janeiro, da cadeia pública a praça da Lampadosa (hoje praça Tiradentes) para ser executado pelo crime de lesa-majestade. O governo do Rio tratou de transformar sua execução num espetáculo público. A leitura de sua sentença estendeu-se por dezoito horas, depois houveram discursos de aclamação à rainha de Portugal, fanfarras de músicos e toda a tropa se fizeram presentes. Uma multidão acompanhou o espetáculo feito para ser uma demonstração de força da corte portuguesa e uma ameaça a qualquer um que ousasse lutar por um Brasil independente.

 

O alferes Joaquim, o Tira-dentes de Vila Rica, é um único Brasileiro homenageado com um feriado nacional em seu nome. Sua morte nos lembra o martírio de muitos que como ele sacrificaram as próprias vidas para que as gerações seguintes pudessem nascer livres em um país independente e soberano.

 

Mas, por que revisitamos episódios do passado? Por que a morte de um homem é lembrada com um feriado?

 

 A história é como uma grande novela, ou uma série, onde cada um de nós é personagem principal de sua própria história, e personagem coadjuvante do enredo assinado por todos nós em conjunto. A morte do Alferes, 226 anos atrás, nos lembra da responsabilidade que todos nós temos, com as gerações que herdarão de nós o Brasil.

 

A tirinha acima coloca propositalmente discursos de nosso tempo em uma outro contexto para refletirmos como estes mesmos personagens se posicionaram no passado. Mais do que isso, para refletirmos como as próximas gerações julgarão os acontecimentos de nosso tempo.

 

As últimas palavras atribuídas a Tiradentes foram: "Se dez vidas eu tivesse, dez vidas eu daria!". Qual o país que os nossos filhos herdarão de nós?

 

Quem conhece a sua história, não engole qualquer história!

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Igor Alves Calado

Junto com a Laysa é idealizador do Empório Pernambucano. É controlador de tráfego Marítimo no Porto de Suape e forte candidato a campeão brasileiro de matrículas mal sucedidas na Universidade. Na ultima vez, trancou o curso de História na UFRPE quando estava no último período em 2013 e até hoje não conseguiu voltar.

 

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